Imagem do dia: Flávio Dino, Weverton, Brandão e Jerry em busca da unidade

Em mais uma etapa do programa Comida na Mesa, o governador Flávio Dino, o vice Carlos Brandão, o senador Weverton e o secretário da Secid, Márcio Jerry participaram juntos, nesta segunda-feira (17), no Palácio dos Leões, da entrega de mais 12.478 cestas de alimentos, beneficiando 10 municípios do Maranhão.

Além da questão governamental, chamou a atenção dos presentes o aspecto político do evento. Tanto Weverton quanto Brandão disputam a indicação de Dino para sucedê-lo e ambos estavam bem à vontade, inclusive trocando conversas ao pé do ouvido, conforme mostram as imagens acima.

Logo depois, Flávio Dino reuniu sozinho com Weverton Rocha.

Um indicativo de que o grupo do governador Flávio Dino busca a unidade em 2022.

Dino reunirá lideres de partidos no final do mês para início do processo de escolha entre Weverton e Brandão

Em entrevista ao ‘Agora’, da Rede Meio Norte, o governador Flávio Dino falou sobre sua sucessão e disse que ainda não há uma decisão entre o senador Weverton Rocha e o vice Carlos Brandão, pontuando que ela será tomada por todo o grupo. Uma primeira reunião com os líderes de partidos deve ocorrer no dia 31 de maio para o início da escolha do nome que terá o seu apoio ao governo em 2022.

“Estamos conversando com os partidos de modo muito prudente, até porque ainda há um árduo período até a eleição do ano que vem, devemos concluir esse processo de consultas no mês de novembro/dezembro, aí teremos um cenário mais claro, estamos ainda numa fase muito embrionária eu diria, não há ainda esse agendamento da sociedade, tendo em vista a urgência colocada na vida da população, sendo assim eu vou deixar mais pra frente, vou fazer uma reunião com todos os partidos no dia 31 de maio, estabelecer um cronograma e esse cronograma deve nos levar a uma definição”, disse Dino.

Questionado sobre a possibilidade de se filiar ao PSB, o governador do Maranhão apontou que ocorrerá uma reunião do PC do B no próximo final de semana, que dará uma maior clareza em relação a chance de uma migração ocorrer ou não.

Nós temos um processo de debate interno dentro do PC do B, tendo em vista uma legislação eleitoral que impõe obstáculos aos partidos que não atingirem a claúsula de barreira, é um cenário novo, condizente a redução de partidos, muito provavelmente chegaremos em 22 a um número bem menor de partidos, neste contexto que venho discutindo com o PC do B o melhor caminho, teremos uma reunião neste final de semana com o diretório nacional. Posteriormente a esse debate partidário, é que eu poderei fazer ou não a migração, vamos aguardar a reunião do PC do B neste final de semana, aí que poderei ver melhor o caminho que o PC do B vai tomar, para tomar uma decisão”, afirmou.

Dos 15  partidos que integram a base do governo Flávio Dino, Weverton já tem o apoio declarado de seis – PSL, Cidadania, Republicanos, DEM, PSB, além do próprio PDT, podendo ter ainda as adesões do MDB, PT, PP. Brandão, por sua vez, conta até agora apenas com o seu partido, o PSDB.

Lula quer PT com PDT, PCdoB, PSB e MDB no mesmo palanque no MA…

Movimentos do ex-presidente deixam claro que ele pretende em uma aliança de centro-esquerda, que pode reunir o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney no palanque do senador Weverton Rocha; reação de lideranças petistas e emedebistas maranhenses – com pouca ou nenhuma influência nas instâncias nacionais – tem mais a ver com a tentativa de manter espaços no segundo e terceiro escalões de um eventual governo do vice tucano Carlos Brandão.

Weverton Rocha participou de jantar exclusivo com o ex-presidente Lula e a bancada do PT, movimento que repercutiu diretamente no debate eleitoral de 2022 no Maranhão

A intensa repercussão da movimentação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na semana passada, reforçou a tese de uma aliança de centro-esquerda que reúna não apenas o PT, mas também o PDT, o PCdoB, o PSB e também o MDB nas eleições de 2022.

E esta aliança indica a possibilidade de um palanque no Maranhão que reúna o atual governador e pré-candidato a senador, Flávio Dino (PCdoB), e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), no palanque do senador Weverton Rocha (PDT) ao Governo do Estado.

Interlocutor frequente de Flávio Dino, Lula fez dois gestos na direção da aliança: 

1 – recebeu Weverton Rocha em um jantar com a bancada do PT no Senado e os dirigentes nacionais do partido; 

2 – Foi recebido pelo ex-presidente José Sarney (MDB).

Apesar de não comandar seus partidos, tanto Weverton quanto Sarney têm forte influência na direção nacional dessas legendas, o que pode garantir a aliança.

A reação de algumas lideranças locais do PT e do MDB – com pouca ou nenhuma influência influência nas instâncias nacionais de seus partidos – foi, num primeiro momento, a de minimizar a movimentação de Lula.

Os petistas maranhenses têm indicações no segundo e terceiro escalões do governo Flávio Dino; os emedebistas, a maioria da chamada velha guarda sarneysista, são mais vinculados às ideias do presidente Jair Bolsonaro.

Estas lideranças fazem gestos ao atual vice-governador Carlos Brandão (PSDB) – que deve assumir o comando do estado em abril de 2022 – tentando garantir posições no eventual governo tucano-bolsonarista.

A questão é que os movimentos de Lula rumo ao centro-esquerda visam, exatamente, neutralizar o PSDB como opção de poder a Jair Bolsonaro.

E mostram que o caminho natural do PT é com PDT, PCdoB, PSB e MDB…

Fonte: Marcos D’Eça

Lula ignora Flávio Dino e atrapalha plano comunista no Maranhão

Reunião do petista com ex-presidente José Sarney e apoio a senador Weverton Rocha vão de encontro a planos do governador

Nos últimos dias o ex-presidente Lula protagonizou uma série de ações políticas que devem bagunçar o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) e minar sua liderança política no estado. A reunião com o ex-presidente José Sarney e o apoio ao senador Weverton Rocha (PDT) ao governo do estado são, indiscutivelmente, ações que afrontam a liderança comunista no estado.

O ex-presidente José Sarney, tido como principal adversário de Flávio Dino no estado, foi cortejado por Lula na última sexta. O petista divulgou em suas redes sociais uma foto com Sarney que expõe o laço de amizade entre os dois e o desejo de Lula em contar com o apoio do maranhense em sua base de apoio para a eleição presidencial de 2022.

O gesto de devoção de Lula a Sarney agravou uma outra ação acontecida ainda nesta semana: o apoio ao senador Weverton Rocha.

Weverton disputa a vaga de candidato da frente de esquerda no estado para a sucessão de Flávio Dino. Recentemente o governador deu declarações e se movimentou de forma a deixar claro que não irá apoiar o pedetista Weverton. O comunista prefere o vice-governador, Carlos Brandão (PSDB).

A disputa entre Brandão e Weverton deve se acirrar nos próximos meses. Alguns esperam uma guerra civil pelo poder que pode ter os mesmos resultados de 2020. Na ocasião a base do governador saiu rachada por conta do confronto entre o deputado estadual Neto Evangelista (DEM), Rubens Jr (PCdoB) e Duarte Jr (Republicanos), todos membros do grupo governista que se engalfinharam no pleito.

A desunião entre eles facilitou a vitória do já favorito Eduardo Braide (Podemos) na eleição da capital.

Apesar de não declarar publicamente e de fazer juras de lealdade ao ex-presidente Lula, Flávio Dino tem sua liderança no estado ameaçada por Lula. Menos e um ano após o racha que quase implode sua base, agora o governador tem que gerenciar o fato de que o maior líder de esquerda no país acena para seus adversários no estado.

A ação de Lula também pode interromper a campanha de Flávio Dino que visava fortalecer a base do vice-governador. Em uma tentativa de isolar Weverton Rocha, o governador iniciou uma série de reuniões, todas acompanhadas de Brandão, em que expõe seu apoio e pede ajuda na eleição dele em 2022.

Recentemente o jornal Folha de São Paulo também noticiou que o PT nacional não pretende apoiar uma candidatura capitaneada pelo PSDB ao Governo no Maranhão. O fato é que a intervenção de Lula no estado à revelia do que pensa e quer o governador Flávio Dino é mais um problema que bate na porta do comunista.

Fonte: Linhares Jr.

Weverton diz que falou com Ciro antes de encontro com Lula e lembra palanques duplos no MA

O senador Weverton Rocha (PDT) afirmou que conversou com Ciro Gomes, presidenciável do seu partido, antes de se encontrar com Lula (PT), na noite de ontem.

“Eu aprendi uma coisa na vida, conversa franca, amizade longa. Eu liguei para o Ciro Gomes e falei do encontro que teria a noite. Na hora do almoço recebi em casa o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi e o líder na Câmara, deputado André Figueiredo e conversei abertamente. Eles sabem do projeto, da construção majoritária que temos feito”, disse Weverton ao Ponto Continuando (Educadora AM).

Weverton lembrou que, nas últimas eleições, existiram vários palanques presidenciáveis no grupo do governador Flávio Dino.

“Nas últimas eleições a gente teve mais de dois presidentes nos palanques, inclusive no nosso palanque, no meu, do Flávio Dino e da Eliziane. Havia o Ciro, o Haddad. Na outra eleição teve três presidenciáveis. Então nunca foi o problema. O presidente Lula colocou muito claro que não ver problema nenhum ir para o palanque aonde eu esteja, onde o meu partido tenha o Ciro Gomes. Pra ele isso é tranquilo, está superado, e quem estiver torcendo e achanado que isso é impeditivo vai se frustrar com certeza”, declarou o senador.

Weverton se reúne com Lula e cúpula do PT

O senador Weverton e o ex-presidente Lula estiveram reunidos na noite de ontem (4), em Brasília.

De acordo com o senador maranhense, foi discutido “o futuro do nosso país e do Maranhão e sobre as jornadas que nos uniram no passado”.

Weverton conversou também com a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, com o ex-candidato a Presidente Fernando Haddad e toda bancada petista no Congresso, em um jantar que dourou até tarde da noite.

“O diálogo ainda é o melhor caminho. Ótima conversa”, disse Weverton após sair do encontro.

Vale lembrar que Weverton foi apoiado por Lula em 2018 e agora busca ter novamente o apoio dos petistas à sua candidatura ao governo

Weverton quer Flávio Dino e Brandão em seu palanque de 2022

Pré-candidato do PDT ao Governo do Estado já com apoio de seis partidos, senador reforça a importância de ter não apenas o atual governador em seu palanque, mas também o atual vice, que terá papel importante em 2022 ao assumir o comando do estado.

Já com o apoio de Eliziane Gama, Weverton busca o apoio de Brandão de Flávio Dino para manter a base unida em 2022 contra a oposição

O senador Weverton Rocha (PDT) trabalha apara garantir a unidade da base do governador Flávio Dino (PCdoB) em torno do seu nome para o Governo do Estado, em 2022.

Rocha também acredita que o apoio do vice-governador Carlos Brandão (PSDB) seja fundamental para a consolidação da aliança, uma vez que, como ocupante do cargo a partir de abril, ele será o condutor da campanha da chapa governista. 

Brandão é cotado para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado que será aberta em 2023, com aposentadoria do conselheiro Edimar Cutrim. Com a vitória do seu grupo, ele garantiria o período como governador, e assumira o TCE após encerrar o mandato.

Com aval de seis partidos que já declararam apoio à sua candidatura – PDT, PSB, DEM, PSL, PRB e Cidadania – Weverton trabalha para que esta aliança chegue a pelo menos 10 partidos, buscando o apoio também do PP, do PTB e do PROS.

– Nós buscamos a aglutinação com as diversas lideranças políticas, com os chefes de poder político do estado e com a maioria dos partidos – já afirmou Weverton Rocha.

A unidade da base do governador Flávio Dino em torno do seu nome – que lidera as pesquisas entre os candidatos ligados ao comunista – é fundamental para neutralizar os dois grupos de oposição que podem se formar para as eleições de 2022.

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) já informou ao próprio Flávio Dino que vai ser candidato. Ele tem, além do PL, também o Avante e o Patriotas; além disso, pode ganhar o PTB, hoje mais alinhado ao projeto de Jair Bolsonaro. 

Por outro lado, a oposição dos chamados remanescentes do Grupo Sarney reúne partidos como PSD, PSC, PV, MDB e outras pequenas legendas.  

– Eu tenho buscado diálogo com o MDB e com o PTB – diz Weverton, para quem, é preciso evitar que a oposição forme alianças consistentes.

A preocupação do senador pedetista se justifica pelo fato de a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) liderar as pesquisas nos cenários em que aparece, o que pode estimular as legendas a compor em uma coligação que possa ameaçar a força do grupo dinista.

Embora tenha se dedicado integralmente às ações contra a CoVID-19 e em busca de melhorias ao desenvolvimento do Maranhão, Weverton entende que é fundamental conversar com as lideranças partidárias desde já, para formar um grupo sólido para as eleições de 2022.

– Confio que o governador e o vice saberão ouvir nossas lideranças para decidir e preservar o legado do nosso grupo – pondera o senador…

Fonte: John Cutrim